Um Sindicato é um espaço de resistência. Estar filiado a um lugar de resistência ainda é uma possibilidade de não nos entregarmos e, sim, de deslocarmos os ideais de uma sociedade mais justa da zona onírica à zona do factível. Não podemos sucumbir às individualidades sociais, aos medos e ao desconhecido de uma sociedade pós-moderna e capitalista. Há um medo bastante disseminado no âmbito do trabalho que segundo Tumolo é: “o incremento sistemático do desemprego, que vem sendo chamado por muitos de desemprego estrutural e, por outros, de desemprego tecnológico”. (TUMOLO: 2002:90).